Para muitos, a compulsão alimentar é relacionado com o estômago. Mas, a verdade é que tem a ver com suas emoções.

Todos nós já estivemos lá. Apesar do suco verde que você conseguiu tomar de manhã, basta apenas um e-mail sarcástico, um cliente hostil, um vizinho desavisado para estacionar em seu local e a próxima coisa que você está fazendo, é com a mão pegando mais um pedaço de pizza.

A boa notícia é que a compulsão não precisa ser seu método de enfrentamento.

Para isso, existem algumas dicas que você pode começar a utilizar para ter controle do que você põe no estômago e dominar a sua alimentação emocional.

Procure outras fontes de prazer.

A ciência mostrou que o desejo de prazer está embutido em nosso DNA e nos leva a buscar a sensação de bem-estar várias vezes ao dia.

Mas, a vida cotidiana costuma ser tão agitada que é fácil ignorar a felicidade ou encontrar tempo para ela.

Na verdade, a chave para evitar a compulsão alimentar e alcançar o seu eso ideal é experimentar outras fontes que aproveitam essa química cerebral feliz e não apenas recorrer à comida.

Amizades, estar em movimento, música, arte, relaxamento e amor.

Então, pense sobre o que você gosta e encontre maneiras de sentir prazeres saudáveis ​​ao longo do dia.

Não esqueça de comer.

Pular refeições ou esperar demais para comer, pode enviar sinais ao corpo de que ele precisa se preparar para a falta de comida.

O resultado disso pode ser que, quando finalmente se alimentar, coma mais do que o necessário para “estocar comida”.

Pesquisas sugerem que o impacto glicêmico dos alimentos que você come em uma refeição pode durar até 14 horas e influencia o que você decide comer na próxima refeição.

Comer refeições ou lanches ricos em proteínas e fibras a cada 2 a 3 horas pode ajudar a manter os níveis de açúcar no sangue normais, seu metabolismo acelerado e seus desejos sob controle.

Quando estiver comendo, diminua o ritmo. Saboreie.

Quando você apenas põe tudo pra dentro, perde a experiência de comer e do prazer que a acompanha

Em vez disso, pratique a alimentação consciente.

A desaceleração permite que você reconheça quando sua alegria na refeição está diminuindo e dá tempo ao seu corpo enviar sinais de plenitude para o seu cérebro, um processo que leva cerca de 20 minutos.

A técnica pode produzir momentos reveladores: em um estudo recente, pessoas que passaram a apreciar a comida ao invés de apenas jogarem tudo para dentro, notaram que os alimentos que eles achavam que amavam não tinham realmente bom gosto.

O que acontece é que perdemos informações importantes e tendemos a comer demais, não porque estamos com fome, mas porque não nos sentimos satisfeitos quando terminamos.

Crie hábitos de relaxamento

Quando você está estressado, seu corpo libera hormônios que estimulam seu apetite por guloseimas gordurosas, como biscoitos, bolos e sorvetes.

Só pra se ter uma ideia apenas 20% das pessoas que sofrem de estresse crônico comem normalmente.

Dos outros 80%, metade come mais do que o normal e metade come menos, mas consome alimentos gordurosos e calóricos.

Sentir-se culpado quando você come é tão ruim e isso faz com que você fique mais propenso a ingerir comida mais rapidamente, o que significa que você perde uma das principais razões pelas quais está comendo: a vontade de sentir prazer.

Pergunte a si o motivo de estar comendo

Antes de comer aquela barra inteira de chocolate, pergunte a si se o que está sentindo é fome mesmo ou se você apenas está se sentindo frustrado, com raiva, solitário ou apenas cansado.

Se a resposta for simplesmente fome, coma alguma coisa saudável! Se não, tente entender o que realmente está acontecendo com você.

Beba mais água.

Às vezes o seu corpo acha que está com fome, quando na verdade está com sede.

Beba um copo de água gelada quando sentir fome, a bebida gelada fará com que seu metabolismo acelere, porque seu corpo está trabalhando mais para aquecer a água, e você se sentirá mais cheio.

Seja criativo e acrescente ervas como hortelã ou manjericão, ou fatias de limão ou pepino.

Observe como os alimentos fazem você se sentir.

Às vezes, seu deleite favorito, comido conscientemente, é exatamente o que o médico receitou para um rápido impulso de humor. Mas isso não significa devorar doces e salgadinhos exageradamente.

Ao prestar atenção em como a comida faz você se sentir, no momento que está comendo, na hora seguinte e até no dia seguinte, você pode começar a usar o prazer como um guia para uma dieta saudável.

Você pode ficar chocado ao descobrir que os alimentos que lhe dão mais prazer são realmente bons para você, como um pedaço de peixe fresco ou uma boa fatia de melancia.

Faça uma limpa na sua despensa.

Comer compulsivamente geralmente acontece em casa, então se você não tem junk food ao alcance de suas mãoes, você estará menos propenso à compulsão.

Encha a sua cozinha com lanches saudáveis, como frutas, vegetais, ou iogurtes e sucos.

Não fique parado.

Um erro comum sobre os exercícios é que ele deixa com ainda mais fome. Mas, uma quantidade moderada de exercício (cerca de 30 minutos por dia) pode realmente suprimir o apetite.

Uma boa forma de se movimentar é escolher ir andando para mercados, trabalho, por exemplo. Ao invés de subir pelo elevador, escolha as escadas.

Só não exagere: é provável que, ao exagerar nos exercícios, dispare a compulsão porque as pessoas não sabem como re-nutrir seus corpos.

Não fique paranoico quando tiver uma recaída.

Caso haja uma recaída e você não conseguir parar de comer a lasanha congelada, não fique obcecado por isso.

Um dia ruim não precisa arruinar tudo para você. É até aceitável ter uma ou duas recaídas e exagerar em alguns momentos, pois nenhuma mudança de hábito acontece da noite por dia.

O importante é ter em mente que você não precisa comer tudo o que vê pela frente.

Emagreça de forma definitiva.

A compulsão alimentar é uma armadilha perigosa que qualquer pessoa corre o risco de cair, porém, isso não significa que não há saída.

Para emagrecer de forma consciente, colocando a sua saúde em primeiro lugar, não procure as dietas, procure resolver a sua mentalidade primeiro.

A boa notícia é que a Neurociência aplicada tem feito inúmeros avanços científicos e hoje já pode ser aplicada na prática com o objetivo de emagrecer de forma consciente.

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